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Il Padrino di tutti noi



Escrito por Bonilha às 21h42
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Bem amigos do Globo (o terrestre)

 Inicia-se aqui a jornada pela qual tanto esperamos. Expresso, de primeira, que estão proibidos quaisquer erros de português (isso inclue concordância e síntaxe morfológica). E por falar em erro, Deus (o outro, o não Pascatá)  também comete lá o que poderíamos chamar de "deslizes celestiais". Uma prova, é a existência dos "culturais". Longe da compreensão por parte dos mortais, vale o poeminha de Abonnas, o Hector das Chalaças uivantes. O nome é "Quanta Cultura", mas quando indagado, meu mentor espiritual, financeiro e churraístico Dr. Engel, violentado pelas idéias revolucionárias do arcanjo das orgias proteicas Mr. George Foreman, sugeriu para publicação de tal tese sob o nome ""Dos tratados e protocolos acerca da Qantas Culturanis!" Achei justo. Cá abaixo está: (OBS: Tirei o final ofensivo)



Escrito por Bonilha às 20h47
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Dança forró como porteiro, desde que ele continue abrindo a porta

Debate, assiste Melamerda, mas odeia esses estudiosos

Que falam sobre eles e seus vícios virtuosos

São apocalípticos, odeiam integrados

Mas aceitam o sistema e servem como empregados

Sugam o que a real cultura planta

Transformam para algo que seja acessível à suma ignorância

Adora a vida na esbooooórnia, na cóooornia veja-se como escóooooria

Calças quadriculadas, cabelos mal lavados

De péssimas intenções, os reais anti-revolucionários

Passaria o resto do dia falando deles

Dos que cheiram mal como alho

Desses que valem menos do que eu valho

Quanta Cultura! Quanta Cultura!

                         (PARTE II)



Escrito por Bonilha às 20h42
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Quanta Cultura!

Vejo sandálias de dedo, e a dieta balanceada

Vegetariano não come, mas calça o couro da vaca

Meia dúzia de verduras valem mais que um menino de rua

Fazendo poemas sobre o óbvio “estrela e lua”

Quanta Cultura! Quanta Cultura!

Arrotando milho verde mas comendo filé-mignhon

Paga de pobre, mas o táxi ruma ao Cine Odeón

Discursa o decorado Nietzsche mas incompreende Agamenon 

Vive nos arredores do centro, mas mora no Leblon

Só Almodóvar é Deus, e viva o anti-americanismo

Mas trabalhando ou “malabarizando”, viaja-se de ismo em ismo

Comunismo, Socialismo, Guismo...

Quanta Cultura! Quanta Cultura!

Não aceita a pobreza do mundo

Por isso anda imundo

Pra aumentar o número

Estuda em escolas caras

Faculdade de artes plásticas

Carreira de beira de estrada

Vende o corpo como mercadoria

Prega a livre expressão sexual

Confundindo liberdade com a vulgaridade fatal

Anda com medo nas ruas, no esquema não corre que eu corro

Fuma e cheira sustentando o próprio medo

Medo do que se contesta pela TV, ou na pobreza do morro

De vergonha ou ignorância, o importante é o choro

              (PARTE I )



Escrito por Bonilha às 20h41
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